Este artigo propõe uma reflexão profunda sobre a cibersegurança contemporânea, focando no papel da inteligência algorítmica e sua influência na soberania digital dos indivíduos. Ao abordar desde a arquitetura de vigilância baseada em dados até os desafios éticos da automação da defesa cibernética, este estudo convida à construção de uma nova cidadania digital crítica e consciente. Utiliza-se como metodologia a pesquisa bibliográfica e documental, com enfoque interdisciplinar, envolvendo os campos da tecnologia, sociologia, direito e filosofia da informação. O texto propõe o conceito de “autodefesa digital algorítmica” como chave para enfrentar os riscos emergentes da era da hiperconectividade, protegendo não apenas sistemas, mas sobretudo a dignidade e a liberdade dos usuários.
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