Este artigo revisou a literatura acerca do uso da inteligência artificial e do machine learning, também conhecido como aprendizado de máquina, na atenção à saúde da pessoa idosa, destacando as vantagens e perigos relacionados. A aplicação da inteligência artificial na medicina iniciou-se nas décadas de 1940 e 1950, com ênfase no diagnóstico clínico. Atualmente, técnicas como aprendizado profundo têm se mostrado eficientes na detecção de enfermidades e na tomada de decisões clínicas. Contudo, emergem problemas ligados à proteção das informações, à responsabilidade nas decisões automatizadas e à perda da interação humana. Também são discutidas questões éticas e a representatividade dos dados de pacientes idosos, tais como viés algorítmico e etarismo. O estudo qualitativo, básico e exploratório empregou uma abordagem dedutiva para tratar da transformação digital na saúde dos idosos, apesar de reconhecer restrições em termos éticos e interseccionais. A conclusão é que a inteligência artificial e o aprendizado de máquina possuem a capacidade de aprimorar a atenção à saúde da pessoa idosa, mas precisam de mais transparência e estudos adicionais para comprovar sua efetividade em comparaçã
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